Tuesday, January 31, 2006
Tarde
Caía a tarde.
Ainda estava quente, mas o sol já ia se pôr.
E assumindo de vez o novo hábito, pôs-se ali, sentada, a contemplar.
E o seu silêncio era tão profundo que ela quase se misturava ao vai-e-vem das ondas, quase se dissipava na energia dos raios de sol.
Uma paz profunda lhe preenchia a alma. E nada mais.
Ela tinha tratado de se esvaziar. E ao se esvaziar, se encontrou.
O último raio reluziu, e fez cintilar o anel. A lua e a estrela. Conforme Caetano cantou.
Ainda estava quente, mas o sol já ia se pôr.
E assumindo de vez o novo hábito, pôs-se ali, sentada, a contemplar.
E o seu silêncio era tão profundo que ela quase se misturava ao vai-e-vem das ondas, quase se dissipava na energia dos raios de sol.
Uma paz profunda lhe preenchia a alma. E nada mais.
Ela tinha tratado de se esvaziar. E ao se esvaziar, se encontrou.
O último raio reluziu, e fez cintilar o anel. A lua e a estrela. Conforme Caetano cantou.